O elenco das Brabas ganha um reforço de peso e muita história para a atual temporada. A contratação de Agustina Barroso no Corinthians Feminino marca o retorno de uma atleta que já sentiu o gosto de erguer a taça da Libertadores com o manto alvinegro em 2017. Vinda do Flamengo, a defensora argentina de 32 anos traz experiência internacional e liderança para um setor que passará por intensas disputas em 2026.
Com passagens marcantes pelo futebol espanhol e figurinha carimbada na Seleção Argentina, Agustina já está integrada ao dia a dia no CT. O contrato, válido até o fim deste ano, visa fortalecer o grupo comandado por Lucas Piccinato para um calendário que inclui a inédita Copa das Campeãs da FIFA em Londres, além da busca pela manutenção da hegemonia na América e no Brasil.
Após quase nove anos ela retorna para seguir sua história conosco. Campeã da nossa primeira CONMEBOL Libertadores Feminina e agora, outra vez, uma Braba! ⚫️⚪️
— Corinthians Futebol Feminino (@SCCPFutFeminino) January 10, 2026
Bem-vinda, Agustina! 🇦🇷#AsBrabas #VaiCorinthians pic.twitter.com/w27nR1q1Sf
A trajetória e o perfil técnico de Agustina Barroso no Corinthians Feminino
A história de Agustina Barroso no Corinthians Feminino se mistura com sua versatilidade esportiva, tendo dividido o futebol com o basquete na juventude. No campo, ela se consolidou como uma zagueira de leitura de jogo impecável e senso de antecipação apurado. Mesmo sem ser uma defensora de alta estatura (1,64m), Agustina compensa com um excelente tempo de bola e força nos duelos individuais.
Apesar de não viver mais o auge físico da última década, a argentina entrega um passe seguro e uma organização defensiva que prioriza a manutenção da posse de bola. Sua liderança silenciosa é uma ferramenta estratégica para orientar as linhas defensivas em jogos de alta pressão, características que a tornaram capitã em seus clubes anteriores.
Disputa por vaga e reencontros no elenco das Brabas
A chegada de Agustina Barroso no Corinthians Feminino promete acirrar a briga por uma vaga no time titular, especialmente após a saída de Mariza. Agustina terá a chance de reeditar uma dupla de zaga histórica com Thaís Ferreira, com quem brilhou em anos anteriores, conquistando premiações individuais como a Bola de Prata e figurando na seleção ideal da América do Sul pela IFFHS.
Em 2️⃣0️⃣1️⃣7️⃣, lá no Paraguai, foi assim! 🏆
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Que seja uma passagem ainda mais vencedora, Agus! #AsBrabas#VaiCorinthians pic.twitter.com/3DABTaPpX4
Sob o comando de Piccinato, ela disputará posição com nomes como Erika, Duda Mineira e Thaís Regina. A experiência de Agustina em competições internacionais é vista como um diferencial para momentos em que o treinador optar por esquemas com três zagueiras ou precisar de uma postura mais compacta e segura para proteger a área alvinegra.
O calendário desafiador e a preparação para Londres
Ao assinar com o Timão, a defensora entra em um ritmo frenético de competições. Além do Paulistão e do Brasileiro, o foco imediato é a viagem para a Inglaterra no próximo dia 20. A presença de Agustina Barroso no Corinthians Feminino oferece ao treinador uma peça que conhece os atalhos do campo em torneios de tiro curto, como será a Copa das Campeãs da FIFA.
Conclusão
Em suma, a volta de Agustina Barroso no Corinthians Feminino é um movimento estratégico para agregar vivência a um elenco que quer ganhar tudo em 2026. Se por um lado o vigor físico já não é o mesmo de 2017, a inteligência tática da zagueira argentina pode ser o equilíbrio necessário para que as Brabas sigam intransponíveis na defesa.
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